segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Novo Ano

Mais um ano está chegando ao final, é hora de parar para refletir todos os acontecimentos que ocorreram durante os doze meses que se passou, estabelecer metas ,  sonhos e objetivos para o ano que se inicia. O natal representa o nascimento daquele que nos salvou, o ano novo pode ser considerado como o recomeço.  É tempo de festa e de glória, momento de oração e de agradecimento, época propicia para realizar os grandes feitos. A revista Country Fever em 2012 esteve presente nos melhores rodeios, eventos e shows, como a Expo de São José do Rio Preto e a festa do peão de Barretos, levou até o seu público as principais informações deste mundo que encanta os brasileiros. Tudo o que foi feito, estava com um único propósito, ficar cada vez mais com o perfil dos leitores da revista mais querida no mundo Country.  Que 2013 venha ser mais um ano de muitas conquistas e realizações, que a fé permaneça no coração de cada um, e que continuemos a ter esse laço de amizade, que durante esses quatro anos tornou-se cada vez mais sólido. O diretor Carlinhos Pinheiro e  a equipe da revista , desejam a todos boas festas, e com muita alegria, saúde e paz. Agradecemos o ano que passou. Feliz 2013.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012



Peões gostam de montar em picapes 

Além do rodeio, os cowboys têm outra paixão. As picapes.
Sobre feras de quatro rodas eles atravessam esse mundão velho e sem porteira.
Com mais de oitenta mil quilômetros rodados por ano pelo Brasil inteiro, é necessário um veículo com motor potente, ágil e uma ótima retomada.
A marca vai do gosto do peão. Muitos deles moram em fazendas, sendo necessário um utilitário. Já que muitas vezes precisam carregar sacos de rações, fardos de feno e até mesmo as tralhas dos cowboys.
Além de ser um meio de transporte bruto, as camionetes modernas já têm muitos acessórios de luxo. Ar condicionado, direção hidráulica, lugares espaçosos.
A campeã do Super Horse Brasil, Daiane Sudário, puxa o trailer com seus cavalos engatado na sua F-250.
Já o locutor Rafael Vilella sente o mesmo prazer quando está montando em cavalos quando dirige sua camionete.
Um utilitário tem aproximadamente 300 cavalos, porém parar no lombo de um animal é considerado trezentas vezes mais difícil.




Teodoro um ídolo sertanejo

Não há quem consiga negar que o Teodoro, da dupla com o Sampaio, é uma das maiores figuras que a música sertaneja conheceu.
Da administração da própria dupla até a velha lenda da peruca, há inúmeras histórias com ele que fazem parte do folclore da nossa música. Sempre preocupado com sua carreira, ele deu recentemente mais um belo passo: duas semanas atrás, foi lançada a biografia “Teodoro – Um ídolo do sertanejo”. O livro foi escrito por Apollo Theodoro e Domingos Pellegrini (este último, vizinho do cantor), e narra a história de boa parte dos artistas sertanejos de sucesso: infância humilde na roça e mudança de vida por conta da música. Ainda novo, após trabalhar na roça, chegou a passar um tempo na administração da fazenda, o que ajudou na sua formação como bom homem de negócios. Não peguei o livro ainda, mas vale o registro pra quem quiser ir atrás. Logo que eu ler, posto uns comentários por aqui.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


Mais que um esporte, uma paixão!

Oito segundos. É o tempo que o peão de rodeio precisa para se consagrar. Alguém duvida que no lombo de um touro esse tempo possa parecer uma eternidade? Pois realmente trata-se de uma experiência que parece durar horas. Palavras de um peão experimentado. Adriano Sena conta que seu maior sonho é viver somente de rodeio. “Deixo minha família em casa para tentar a vida no rodeio. Isso aqui é minha vida.”. Já dizia o ditado, um dia é do touro, outro é do peão… Claudemir de Souza já é um peão consagrado e conta que ganha dinheiro com o rodeio: “No Brasil, já ganhei carro, moto e nos Estados Unidos, mais de trezentos mil dólares nos rodeios”.
Mas o estrelato é para poucos, como diz a outra parte dessa lei das arenas, também existe o dia do touro. Para completar a festa, entra em cena o locutor, que transforma a energia do peão em emoção através da palavra. “É difícil descrever em palavras o que sinto no meio da arena, mas é pura adrenalina e tento passar um pouco disso para o público, para garantir a animação da festa”. Comenta João Rodrigues, que narra rodeio a cerca de dez anos.
Não pode esquecer os palhaços salva-vidas. São os anjos da guarda dos peões. Quando o bicho pega, eles entram em cena e desviam a atenção do touro enquanto o peão sai da arena.
Em todo o Brasil são cerca de 1200 festas de rodeio por ano, que reúnem mais de 30 milhões de expectadores.